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Florianópolis, 03 de Novembro de 2009.
Ao Excelentíssimo Senhor JUCA FERREIRA
DD. Ministro de Estado da Cultura – MinC.
NESTA – em visita
Excelentíssimo Senhor Ministro, Em nível nacional, a Cultura vive um grande momento. Um cenário otimista e tendente a melhorias, principalmente após a aprovação pelo Senado Federal da PEC 150/2003, com fortes investimentos na Cultura. A criação de editais por áreas, além do incentivo fiscal, irá praticamente triplicar os investimentos direto em toda esfera nacional.
Poderíamos enumerar as diversas conquistas e realizações promovidas pelo Ministério da Cultura, especialmente a partir de 2002. Porém, diante das muitas aflições e angústias vivenciadas em Santa Catarina, vamos entrar diretamente no assunto.
Aqui passamos por uma grave crise de gestão da cultura, isto sem falar na ameaça em que o meio ambiente vem sofrendo, patrocinada por uma cultura política destruidora. Animados pelas discussões das Conferências Municipais de Cultura, destacamos a necessidade de que o desenvolvimento sustentável concilie crescimento econômico e preservação da natureza, e de que a crise ambiental decorre de um componente cultural. Pois bem, aqui nesta Bela e Santa Catarina recentemente sancionou-se uma Lei, o Código Ambiental, que coloca em risco o futuro do solo, da população, do ecossistema e da biodiversidade. Este horizonte, árido e ameaçador, alcança as diversas esferas das políticas públicas, entre estas a Cultura.
Nós somos o que se chama de “produtores culturais”, gente empenhada em criar, produzir, distribuir e consumir bens culturais. Somos artistas plásticos, artistas populares, atores, músicos, bailarinos, diretores e escritores, mas também arquitetos museólogos, arquivistas, bibliotecários, filósofos e historiadores, e ainda cenógrafos, maestros, arqueólogos, especialistas em patrimônio e técnicos de cinema, audiovisual, teatro, gestores e animadores culturais. Somos tantos e tão variados que o BNDES diz de nós que “as atividades culturais constituem atualmente um dos setores mais dinâmicos da economia mundial, com impactos significativos e crescentes sobre a geração de renda e emprego e sobre a formação do capital humano das sociedades”.
Sentimos, vemos que as coisas não vão bem por aqui em termos de Cultura. A CNM – Confederação Nacional de Municípios – mostra isso em números. Das 26 capitais brasileiras de estados, Florianópolis é apenas a 23a em investimento do orçamento para a Cultura, em termos de percentual da Receita Corrente Líquida. Se considerarmos valores absolutos, caímos para a 24a posição: conseguimos ficar à frente de Porto Velho, capital de Rondônia, e Maceió, nas Alagoas. Só ganhamos delas.
A experiência estadual já demonstrou que não têm condições de funcionar com um mínimo de competência. Secretarias multimarcas que enfiam num saco só turismo, esporte e cultura (geralmente nesta ordem de importância), áreas tão distintas entre si, com problemas e necessidades muito específicas. Em todo o Brasil, verifica-se um caminho inverso em relação à cultura e ao turismo, uma vez que a vinculação de uma ao outro trouxe prejuízos ao desempenho de ambos, especialmente à cultura, um setor naturalmente dissociado da indústria e do comércio, diferentemente do turismo, que encontra aí seu desenvolvimento orgânico.
A inexistência de uma política pública séria configura um pretenso Sistema Catarinense de Cultura, com o seu suspeito Funcultural, levando o pleno do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, em 13 de maio de 2009, a apontar uma série de irregularidades praticadas pela Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. Entre elas, destacamos: inexistência de um roteiro de formação dos Projetos de Turismo, Cultura e Esporte; ausência de procedimento único de tramitação, análise e apreciação dos projetos; tramitação diferenciada para projetos da cota do Governador, Secretaria, Conselho Estadual de Cultura e Fundação Catarinense de Cultura; influências políticas na seleção de projetos; não aplicação de critérios estabelecidos na legislação; atos administrativos não fundamentados; inexistência de controle sobre o procedimento de seleção; ausência de verificação da adequação dos valores propostos aos preços de mercado; centralização administrativa na Chefia do Executivo; não adoção de critérios objetivos para apreciação de projetos; ausência de implementação dos mecanismos de fiscalização previstos em Decreto Estadual; falhas graves na regulamentação das prestações de contas; e ausência de regulamentação das contrapartidas.
Mesmo depois deste relatório do Tribunal de Contas, os produtores culturais sofrem com o não cumprimento de prazos, previstos contratualmente, e ainda com os cortes financeiros dos projetos, inviabilizando muitos trabalhos.
Por tudo isso, após levarmos ao Vosso conhecimento este quadro local caótico – mesmo cientes de que estão fora de sua governabilidade -, nós, homens e mulheres da Cultura, produtores que trabalham e empreendem neste Estado da Federação, a partir do Fórum Cultural de Florianópolis, signatário do presente documento, vimos respeitosamente solicitar que Vossa Excelência atenda às seguintes questões, estas sim, pertencentes ao domínio do MinC, e que certamente minimizarão os atuais problemas da Cultura em Santa Catarina:
1 – A criação de Edital Específico de Capacitação e Formação, para a inscrição de profissionais interessados a ministrarem oficinas e workshops dividindo-os por áreas e por campos de linguagens;
2 – O compromisso com um estudo de apoio à instalação de um espaço multicultural, na área em desativação da Penitenciária Estadual, de 40 hectares, localizada na capital catarinense, vizinha ao Centro Integrado de Cultura, em uma região com índice de adensamento urbano acima do suportável. Somamos às nossas reivindicações o pleito das associações comunitárias, universidades e diversas instituições, de que 100% da área tenha destinação pública, e também, o estudo do Conselho Mundial de Viagem e Turismo (WTTC), que neste ano, entre outras coisas, apontou o irrisório estímulo ao grande potencial cultural e paisagístico de Santa Catarina;
3 – A distribuição equânime de espaços e ações culturais. Conforme constatação dos grupos que atuam nas ações culturais do estado, inexiste uma distribuição justa de equipamentos federais, como teatros, salas de cinema e itinerância de exposições visuais e musicais. É sabido que os grandes eventos brasileiros contemplam em sua maioria as principais capitais, sendo Salvador, RJ, SP e Porto Alegre. Cada estado brasileiro deve ser representado de forma igualitária, independente do potencial do mercado, tanto na contratação de pareceristas e conselheiros como na difusão cultural de forma geral; e
4 – A representação de Santa Catarina junto à Regional do Sul, suprindo a ausência de interlocução entre os produtores culturais e o MinC. Por mais que a Representação atenda prontamente, não há um elo real de reconhecimento das ações e das praticas culturais do estado para que sejam discutidas políticas culturais, capacitação de gestão cultural e ouvidoria dos acontecimentos do setor. É sabido que diante da extensão do território brasileiro, cada estado possui sua cultura e suas especificidades e uma gestão para atender a toda região se torna minimista diante da riqueza e da tradição de cada local. Sugerimos que para administração da Regional Sul seja utilizado o modelo de rotatividade do titular, possibilitando que os três estados da região atuem na presidência e as representações atuem em forma de conselho, sendo um representante de cada estado.
Na certeza de que este documento merecerá toda a atenção de Vossa Excelência, que certamente compreenderá nossas mais latentes preocupações e nossos justos e mais sinceros anseios, despeço-me em nome do coletivo cultural de Florianópolis, apoiado ainda pelos mais significativos nomes de entidades e cidadãos da cultura em Santa Catarina.
Cordial e Respeitosamente,
Murilo Silva – Presidente do Fórum Cultural de Florianópolis
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Conferência Estadual: não ocorrerão as pré conferências devido a “falta de verba”, como é o slogan na cultura
Um abraço,
Chris Ramírez – Executiva do Fórum – 48 – 9979 1099
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Há mais de duas semanas, o governador licenciado Luiz Henrique da Silveira anunciou que em 28 de dezembro a Capital assistirá a um grande espetáculo: o tenor italiano Andrea Bocelli, na Avenida Beira-Mar Norte. Obrigado, senhor governador, “a gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e arte”, como já cantavam os Titãs na década de 80. Com certeza, um evento magnífico. Quanto custará?
O cantor, hoje com 51 anos, perdeu a visão aos 12, após uma bolada na cabeça, durante fatídica partida de futebol. Sua cegueira pareceu acentuar ainda mais a bela voz, considerada sucessora de Luciano Pavarotti. Em recente show realizado no Rio de Janeiro, para assistir a Bocelli, os ingressos variavam de R$ 100 a R$ 1,2 mil. Mas, graças ao governador catarinense, o povo nada pagará. Será mesmo?
Não sou tenor ou contratenor. Muito menos sou contra tenores. Apenas questiono a vultosa – e voluptuosa – quantia de R$ 4 milhões, que segundo alguns “sopranos” do palácio seria necessária para viabilizar o espetáculo. O evento, que vem e vai como o vento, torna-se absurdo diante da ausência de projetos perenes e necessários por toda Santa Catarina, ainda mais quando considerada a relação custo-benefício.
Para se ter uma ideia do custo deste presente operístico do governador, R$ 4 milhões é o valor gasto no carnaval de Florianópolis – quatro vezes mais que o orçamento da Fundação Franklin Cascaes. Portanto, um regalo muito caro, desmedido e injusto.
No aniversário da cidade, em 1996, uma multidão de pessoas ocupou as ruas do centro para ver e ouvir a apresentação da Ópera O Guarani, de Carlos Gomes, regida por Júlio Medaglia. Os prédios, sobrados, escritórios, bancos e repartições públicas, transformaram-se em camarotes. Até os troncos da velha figueira, na praça XV de Novembro, serviram para aconchegar pessoas. Lembro do olhar atento de pessoas muito simples, acotovelando-se para assistirem ao grande espetáculo. Esse cenário foi a melhor resposta destruidora da opinião elitista de que povo não gosta de ópera. Tudo isto por R$ 100 mil. Após 13 anos, considerando o acumulado da inflação, ficaria em torno de R$ 235 mil.
Na ópera clássica e romântica, o tenor geralmente representa o herói, em disputa com o vilão. Nunca soube de alguma ópera em que o vilão fosse um homem dotado de espírito gentil e animador, tão comum entre os antigos mecenas. Afinal, o ritmo do drama heroico não suportaria uma vilania contraditória, assim tão generosa. O que sei, é que todo este enredo operístico, com toda certeza, terminará em tragédia.
E por falar em mecenato, não quero ser ingrato, mas presentear de forma generosa, onerosa e irresponsável, é cometer uma cruel excentricidade. Como diria o povo, é o mesmo que dar com uma mão e tirar com a outra.
Murilo Silva – Presidente do Fórum Cultural de Florianópolis
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O Governo Federal, na presença do Ministro da Cultura, e Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte e Fundação Catarinense de Cultura – FCC anunciam os 60 Pontos de Cultura para Santa Catarina
Veja a lista dos 60 projetos selecionados:
MUNICÍPIOS – PROPONENTE – PROJETOS SELECIONADOS
Araranguá Instituição Espírita Casa da Fraternidade Ponto de Cult. Juventude Luzes do Amanhã
Araranguá Centro Cult. de Jovens e Adolescentes da Região Sul Cultura em Ação
Blumenau Soc. Dramático Musical Carlos Gomes Nossa Força, Nossa Música
Blumenau Lira Circolo Italiano di Blumenau Grupo de Dança Belli Balli
Blumenau Foto Clube de Santa Catarina Fotografia para Todos
Braço do Norte Assoc. Apoio à Criança e ao Adolescente Braço da Cultura
Botuverá Assoc. Idosos da Amizade de Botuverá Oficina Artístico-cultural
Caçador Instituto Selvino Caramori Retratos
Canoinhas Agência de Desenv. Reg. Integrado do Planalto Norte Catarinense – Tecendo a Cultura Contestada
Caxambu do Sul Associazone Veneta Di Caxambu do SulUma Cidade Tem que Ter Memória: Resgate, Preservação e Integr. Reg. da Cultura Italiana
Coronel Freitas Associação Clube de Idosos Frei Elvico MayerDanças e Contradanças para o Resgate e a Inclusão Teatral de Idosos, Deficientes e Jovens em Situação de Vulnerabilidade
Chapecó Kirka – O Som das ÁrvoresImagem e Ação Jovem
Concórdia Orquestra Sinfônica de Concórdia DESENVOLVER
Içara Associação de Radiodifusão Comunitária de IçaraRádio Comun. como instr. de inserção sócio-cultural de menores na construção da cidadania
Criciúma Multiplicando TalentosMultiplicando Talentos em Criciúma
Criciúma Associação Beneficente ABADEUS Escolinha de Cinema
Curitibanos Assoc. Cult. Esportiva Ogue Carvalho Música no Planalto
Dionísio Cerqueira Companhia de Teatro e Dança Arco-Íris Arte Sem Fronteiras
Florianópolis Ong Crescendo com Arte Carijó Espaço de Arte
Florianópolis Sociedade Musical e Recreativa Lapa Educação Musical Popular
Florianópolis Sociedade Amantes da Leitura Barca dos Livros – Porto de Leituras
Florianópolis Teatro Jabuti Toca
Florianópolis Casa da Criança do Morro Penitenciária Casa da Cultura
Florianópolis Associação Cultural Baiacu de Alguém Pescadores de Cultura – proj. de mobilização sócio-cultural distrito Sto. Antônio de Lisboa
São José Instituto Laélia Purpurata“Laélia Pururata”
Florianópolis Instituto Arco-ÍrisTravessa Cultural
São Bonifácio Grupo Folclórico Infan. Juvenil KLEINE TÄNZER de São Bonifácio Resgate da Cultura Alemã através da Dança Folclórica
Florianópolis Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo Ponto de Cultura – “Engenho de Farinha”
Florianópolis Associação das Entidades Usuárias do Canal Comun. de FlorianópolisUMA ILHA SE OLHA I
Florianópolis Associação Cultural Arréda Boi“Ponto de Cultura Arreda Boi: fortalecimento das cult. pop.na comunidade da Barra da Lagoa
Florianópolis Associação Cultural de Capoeira Angola QuilombolaCapoeirando com as Crianças
Florianópolis Instituto 3 Vermelho – I3VPonto de Cultura “Baleeira”
Bombinhas Instituto Boimamão de Preservação e Fomento da CulturaEscola da Terra – Engenho do Sertão
Itajaí Associação Cultural Esportiva UNIVALI INFORMARTE
Itajaí Cia Etc. e Tal Artes Cênicas e Manipuladora de FormasNúcleo Experimental de Formas Animadas
Jaraguá do Sul Sociedade Cultura Artística – SCARVilla Coral
Jaraguá do Sul Movimento de Consciência Negra do Vale do Itapocu- MACONEVIProjeto Mestre Manequinha – Fomentar e Preservar a Arte e Cult. Afro Vale do Itapocu
Água Doce Clube de Mães Maria Rosa do Assentamento OlariaCultura e Cidadania nas Áreas da Reforma Agrária
Araquari Associação Comunitária de AraquariSenhora do Rosário – Catumbi de Araquari
Joinville Assoc. Mor. e Amigos do Bairro Itinga Itinga Pede Passagem
São Francisco do Sul Associação Casa Familiar do Mar e Centro Comunitário do PescadorMemorial da Pesca
Joinville Sociedade Corpo de Bombeiros Voluntários de JoinvillePólo de Produção Musical
Joinville Federação das Associações Nikkeis de Santa CatarinaProjeto Cultural de Difusão dos Tambores Japoneses (taiko) em Santa Catarina
Lages Associação Amigos do Museu Histórico Thiago de CastroCult., Memória e Desenv.-Ações de Preserv. do Patr. Cult. do Museu Hist. Thiago de Castro
Lages Obatalá – Movimento Negro de Lages Centro de Cultura Afro Brasileiro de Lages
Lages Associação Cultural MatakiteraniCultura Popular no Rumo de João Maria
Lages Grupo Menestrel Faze-DôProjeto Teatro Circula-Dô
Laguna Assoc. Cultural de Hip Hop de Laguna Imagem Através das Lentes
Campo Alegre Fundação Educacional de Campo Alegre FECAMPO: Semeando Cultura
Maravilha Assoc. Cultural e Esportiva de MaravilhaMaravilhosas Artes
Palmitos Associação Coral de Palmitos – ACORPAPonto de Cultura: Dó, Ré, Mi… Cultura e Arte ao alcance de Todos
Formosa do Sul Associação de Artesão ARTEFOR Ponto de Cultura “Tom sobre Tom”: Música, Expressão e Arte
Braço do Trombudo MAS – Associação de Moradores da Localidade do SerrilGuerreiros do Amanhã
Campo Erê Associação Bom Samaritano de Campo ErêPonto de Cultura Para Todos: Arte, Cultura e Inclusão Social
Seara Associação Italiana de Seara -AssisItaliani Tra La Gente
Jaguaruna Associação de Rádiodifusão Comunitária de JaguarunaGERMINAR – Núcleo Artístico e Cultural
Jaguaruna Grupo Cultural Cru de Teatro e Boi de MamãoOficina das Artes Tecendo Cultura
Fraiburgo Centro Cultural Egon FreyCultura Solidária
Passos Maia Associação Reg. Cultural dos Assentamentos da Brigada Maria Rosa Arte, Comunicação e Cultura na Reforma Agrária
Xanxerê Associação Vêneta de Xanxerê Projeto Catarina de Raízes Culturais
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O Fórum Cultural de Florianópolis, que já conta com mais de 200 membros, fez a sua parte. Além de sua diretoria executiva, que participou ativamente, tivemos uma participação assídua e representativa, com mais de 100 membros. Ainda nesta semana, em nosso blog, você poderá acompanhar mais informações e ver algumas fotos.
No final do dia de ontem (03), após palestras e discussões nos grupos temáticos, foram aprovadas propostas gerais que servirão de diretrizes para a elaboração do Plano Municipal de Cultura, cuja duração será de 10 anos. Estas propostas para o município, assim como o documento com as contribuições estaduais e nacionais, serão sistematizadas por uma comissão acompanhada pela relatoria de cada grupo.
Para o Conselho Municipal de Política Cultural, que – entre outras funções – elaborará e acompanhará a execução do Plano Municipal de cultura, foram eleitos os seguintes representantes da sociedade civil:
Ana Maria de Andrade Neri (Artes Visuais)
Carlos Alberto Angioletti Vieira (Fórum Cultural/ Música)
César Floriano (Fórum Cultural / Patrimônio Cultural)
Cláudio Rio (Fórum Cultural / Audiovisual)
Fátima Costa de Lima (Teatro)
Jair Batista Ramos (Fórum Cultural / Humanidades)
Lourival Fernando Alves Leite – Mestre Pop (Cultura Popular)
Luisa Lins (Audiovisual)
Luiz Ekke Moukarzel (Música)
Marcelo Pereira Seixas (Patrimônio Cultural)
Marta César (Dança)
Nelson Motta (Fórum Cultural / Cultura Popular)
Sheila Sabag (Fórum Cultural/ Teatro)
Telma de Oliveira Pitta (Fórum Cultural / Patrimônio Cultural)
Valdemir Klamt (Humanidades)
Como delegados para participar da Conferência Estadual de Cultura, representando o Município de Florianópolis, foram eleitas as seguintes pessoas:
Carin Heloísa Hahn da Silva Machado
Cláudio Damian Mirrajiz Gaioso
Denilson Machado
Jeferson Lima
Júlio de Queiroz
Luiz Ekke Moukarzel
Marta César
Murilo Silva
Rafael João Rodrigues
Sérgio Luiz Ferreira
Antônio Marcos Malachovski (suplente)
Nelson Brum Motta ( suplente)
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Na imagem, mesmo ampliada, o tamanho da fonte não é muito grande e pode causar dificuldades de leitura. Para facilitar, segue abaixo a programação por extenso:
19h – Abertura da 2ª Conferência Municipal de Cultura
- Apresentação do projeto Orquestra-Escola e cantora Cláudia Barbosa
19h30 – Palestra de abertura com Oswaldo Ferreira Almeida Júnior “Cultura, diversidade, cidadania e desenvolvimento”
Sábado (3 de outubro) – Auditório do Centro de Cultura e Eventos da UFSC
Mesas-Redondas
1ª – Produção simbólica e diversidade cultural
Linhas gerais: 1) Produção de arte e bens simbólicos, 2) convenção da diversidade e diálogos interculturais, 3) cultura, educação e criatividade, 4) cultura, comunicação e democracia.
9h – Vânio César Siemann
Assessor pedagógico da Secretaria Municipal de Educação; integra a Comissão de Igualdade Racial.
9h20 – Henrique Pereira Oliveira
Coordenador do Laboratório de Pesquisa em Imagem e Som (LAPIS) do Departamento de História/UFSC.
2ª – Cultura, cidade e cidadania
Linhas gerais: 1) Cidade como fenômeno cultural, 2) memória e transformação social, 3) acesso, acessibilidade e direitos culturais.
9h40 – César Floriano
Arquiteto e integrante da Comissão Municipal de Arte Pública do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF).
10h – Tânia Piacentini
Coordenadora da Sociedade Amantes da Leitura/Biblioteca Barca dos Livros.
3ª – Cultura e desenvolvimento sustentável
Linhas gerais: 1) Centralidade e transversalidade da cultura, 2) patrimônio cultural, meio ambiente e turismo, 3) cultura, território e desenvolvimento local.
10h20 – Maria Tereza Collares
Gestora do núcleo de projetos da Fundação Catarinense de Cultura (FCC)
10h40 – Ivone Perassa e Nadir Azibeiro
Integrantes da rede de projetos do Centro Cultural Escrava Anastácia (CCEA).
11h – Intervalo
4ª- Cultura e economia criativa
Linhas gerais: 1) Financiamento da cultura, 2) sustentabilidade das cadeias produtivas da cultura, 3) geração de trabalho e renda
11h20 – Paolo Conti
Diretor de animação da produtora Animaking/Filme “Minhocas”
11h40 – Neide Köhler Schulte
Coordenadora do programa de extensão “EcoModa” da UDESC
5ª – Gestão e institucionalidade da cultura
Linhas gerais: 1) Sistemas nacional, estaduais e municipais de cultura, 2) planos nacional, estadual, municipal, regional e setoriais de cultura, 3) sistema de informações e indicadores culturais
12h – Silvestre Ferreira
Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (SIMDEC) / Fundação Cultural de Joinville
12h20 – Valdemar Klamt
Técnico gestor do programa de cultura Serviço Social do Comércio/SC
12h40 – Almoço
13h – Plenária do Fórum Municipal de Cultura, no Auditório do Centro de Cultura e Eventos da UFSC
18h – Plenária
Aprovação do documento final da 2ª. Conferência Municipal de Cultura
Escolha dos delegados para a Conferência Estadual de Cultura
Escolha dos membros da sociedade civil no Conselho Municipal de Política Cultural.
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O poeta César Félix e o pandeirista Dimitri Camorlinga fizeram uma abertura artística, para descontrair, na Assembléia extraordinária do Fórum Cultural de Florianópolis, que teve início às 18h do dia 24 de setembro, uma quinta-feira.
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Os pés:
O sambista que os mexe:
A imagem dos pés em movimento é a que ilustra o cabeçalho do site. O cabeçalho foi feito pelo Pedro MC, sobre foto de Felipe Obrer.
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